Saltar para o conteúdo

Eleições estaduais no Rio Grande do Sul em 2014

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
2010 Brasil 2018
Eleições estaduais no Rio Grande do Sul em 2014
5 de outubro de 2014
(Primeiro turno)
26 de outubro de 2014
(Segundo turno)
Candidato José Ivo Sartori Tarso Genro
Partido PMDB PT
Natural de Farroupilha, RS São Borja, RS
Vice José Paulo Cairoli (PSD) Abigail Pereira (PCdoB)
Votos 3.859.611 2.445.664
Porcentagem 61,21% 38,79%
Candidato mais votado por município no 2º turno (497):
  José Ivo Sartori (461)
  Tarso Genro (36)

Titular
Tarso Genro
PT

Eleição para o Senado no Rio Grande do Sul em 2014
5 de outubro de 2014
Líder Lasier Martins Olívio Dutra Pedro Simon
Partido PDT PT PMDB
Natural de General Câmara, RS Bossoroca, RS Caxias do Sul, RS
Votos 2.145.479 2.024.417 922.143
Porcentagem 37,42% 35,31% 16,08%
Resultado por Município (497):
  Lasier Martins (248)
  Olívio Dutra (225)
  Pedro Simon (18)
  Simone Leite (6)

Titular(es)
Pedro Simon
PMDB

Eleito(s)
Lasier Martins
PDT

As eleições estaduais no Rio Grande do Sul em 2014 foram realizadas em 5 de outubro (1º turno) e 26 de outubro (2º turno), como parte das eleições gerais no Brasil. Os eleitores aptos a votaram elegeram o Presidente da República, Governador do Estado e um Senador da República, além de 31 Deputados Federais e 55 Deputados Estaduais. Como nenhum dos candidatos a governador obteve mais da metade dos votos válidos, um segundo turno foi realizado. O ex-prefeito de Caxias do Sul José Ivo Sartori, candidato do PMDB, foi eleito para um mandato de quatro anos como governador[1] e o jornalista e advogado Lasier Martins (PDT) foi eleito para um mandato de oito anos como senador.[2]

Governador e Vice-governador

[editar | editar código-fonte]

No geral, as regras para as eleições presidenciais também se aplicam às estaduais. Isto é, as eleições possuem dois turnos e se nenhum dos candidatos alcança maioria absoluta dos votos válidos, um segundo turno entre os dois mais votados acontece. Todos os candidatos com cargos executivos devem renunciar até 5 de abril, para poderem disputar.

Conforme rodízio previsto para as eleições ao Senado, em 2014, será disputada apenas uma vaga por estado com mandato de 8 anos. O candidato mais votado é eleito, não havendo segundo turno para as eleições legislativas.

Candidatos a governador

[editar | editar código-fonte]

Tarso Genro (PT)[3]: O Partido dos Trabalhadores, que estava no governo desde a eleição passada, lançou a candidatura do atual governador Tarso Genro a reeleição. Contou com o apoio dos seguintes partidos: PTB, PCdoB, PROS, PTC, PPL e PR. Terá como sua vice Abigail Pereira.

Ana Amélia Lemos (PP)[4]: Considerado o maior partido do Estado, o PP lançou a candidatura da senadora Ana Amélia Lemos ao Piratini. O lançamento de sua pré-candidatura ocorreu em 24 de maio de 2014 na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Contou com o apoio dos seguintes partidos: PSDB, PRB, SD. Teve como seu vice o deputado estadual Cassiá Carpes (SD).

José Ivo Sartori (PMDB)[5]: Para retornar ao governo do estado, o PMDB lançou o ex-prefeito de Caxias do Sul, José Ivo Sartori. Contou com o apoio dos seguintes partidos: PSD, PSB, PPS, PSDC, PSL, PHS e PTdoB. Teve como vice José Paulo Cairoli, do PSD.

Roberto Robaina (PSOL)[6]: O PSOL lançou Roberto Robaina ao governo do estado. Teve o apoio do PSTU e sua vice foi Gabrielle Tolloti (PSOL).

Vieira da Cunha (PDT)[7]: O PDT lançou a candidatura do Deputado Federal Vieira da Cunha ao governo estadual. Teve o apoio do PSC, do DEM, do PV e do PEN.

Edison Estivalete Bilhalva (PRTB)[8]: Em convenção realizada no dia 14 de junho, o PRTB lançou a candidatura de Edison Estivalete Bilhalva ao governo do Rio Grande do Sul. A vice, foi anunciado Hermes Aloísio.

João Carlos Rodrigues (PMN)[9] Considerado um partido de aluguel, o PMN, que apesar de estar participando em coligações para governador em todos os estados, teve candidatos ao cargo pelo próprio partido apenas no Rio Grande do Sul e no Amazonas. Nos outros estados, o PMN esteve em coligações (geralmente enormes) apoiando 8 candidatos a governador pelo PSDB, 4 pelo PMDB, 2 pelo PT, 2 pelo PSB e o restante por outras siglas. Nacionalmente o partido apoiou Aécio Neves (PSDB). Antes do pleito em primeiro turno o candidato ao Palácio Piratini foi barrado por não apresentar as contas referentes as Eleições de 2010.[10]


Candidato a governador Candidato a vice-governador Número Eleitoral Coligação Tempo de horário eleitoral
Tarso Genro
PT
Abigail Pereira
PCdoB
13
Unidade popular pelo Rio Grande
PT, PCdoB, PTB, PTC, PROS, PR e PPL

5 minutos e 18 segundos

Ana Amélia Lemos
PP
Cassiá Carpes

SD

11
A Esperança que Une o Rio Grande
PP, SD, PSDB e PRB

3 minutos e 48 segundos

José Ivo Sartori
PMDB
José Paulo Cairoli

PSD

15
O novo caminho para o Rio Grande
PMDB, PPS, PSD, PSB, PSDC, PSL, PHS e PTdoB

4 minutos e 47 segundos

Vieira da Cunha
PDT
Flávio José Gomes

PSC

12
O Rio Grande Merece Mais
PDT, DEM, PSC, PV, PEN

2 minutos e 33 segundos

Roberto Robaina
PSOL
Gabrielle Tolotti

PSOL

50
Frente de Esquerda
PSOL, PSTU

54 segundos

Edison Estivalete
PRTB
Hermes Aloísio

PRTB

28
-
PRTB

50 segundos

Humberto Carvalho
PCB
Nuberm Medeiros

PCB

21
-
PCB

50 segundos

João Carlos Rodrigues
PMN
Roberto Vilodre de Souza

PMN

33
-
PMN

50 segundos

Candidatos a senador

[editar | editar código-fonte]

Olívio Dutra (PT) : O ex-governador do Rio Grande do Sul Olívio Dutra foi anunciado como candidato ao Senado após acordo firmado entre as representações do PT, PTB e PCdoB na chapa encabeçada por Tarso Genro, que disputará a reeleição ao governo do estado.

Beto Albuquerque (PSB): O Deputado Federal Beto Albuquerque seria candidato ao senado na chapa de José Ivo Sartori, porém com a morte de Eduardo Campos, foi candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Marina Silva pelo PSB, e o candidato ao Senado acabou sendo Pedro Simon, que tentou sem sucesso um quinto mandato consecutivo no cargo.

Lasier Martins (PDT): O jornalista Lasier Martins anunciou sua candidatura ao senado federal no dia 7 de outubro de 2013, ao vivo, durante seu comentário no Jornal do Almoço.

Simone Leite (PP): A estanciense Simone Leite teve a sua candidatura ao Senado confirmada durante a convenção da coligação PP/PSDB/SDD e PRB. A empresária, que atualmente mora em Canoas, estava à frente da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Canoas (Cics) e da Federasul, entidades onde deve entregar o cargo para se dedicar ao pleito. Esta é a sua primeira candidatura a um cargo político.

Júlio Flores (PSTU): Coligado ao PSOL, o PSTU escolheu o professor Júlio Flores como candidato ao senado.

Outros candidatos ao Senado são Ciro Machado (PMN) e Rubens Goldenberg (cujo nome na urna é Gold), seu partido é o PRP, que não possui candidato próprio ao governo estadual, apenas a frente do próprio Goldenberg somado a candidaturas a deputados federais e estaduais, além de apoiar nacionalmente Marina Silva (PSB).

Candidato a senador[11] Candidato a suplente[12][13] Número Eleitoral Coligação Tempo de horário eleitoral
Olívio Dutra
PT
Carlos Vargas (PTB)
Patrícia Beck (PTB)
131
Unidade popular pelo Rio Grande
PT, PCdoB, PTB, PTC, PROS, PR e PPL

5 minutos e 24 segundos

Simone Leite
PP
Luiz Schenkel (PSDB)
Waldir Canal (PRB)
111
A Esperança que Une o Rio Grande
PP, SD, PSDB e PRB

3 minutos e 55 segundos

Pedro Simon
PMDB
Antonio Hohlfeldt (PMDB)
Rejane Carvalho (PPS)
151
O novo caminho para o Rio Grande
PMDB, PPS, PSD, PSB, PSDC, PSL, PHS e PTdoB

5 minutos e 4 segundos

Lasier Martins
PDT
Cristopher Goulart (PDT)
Adilson Silva dos Santos (PEN)
123
O Rio Grande Merece Mais
PDT, DEM, PSC, PV, PEN

2 minutos e 40 segundos

Júlio Flores
PSTU
Abel Moraes (PSTU)
Denior Machado (PSTU)
160
Frente de Esquerda
PSOL, PSTU

1 minuto e 2 segundos

Ciro Machado
PMN
Valdemar Riva (PMN)
Bruno Nascimento (PMN)
333
-
PMN

1 minuto e 2 segundos

Rubens Goldenberg (Gold)
PRP
José Maria Peixoto (PRP)
Christiane Medeiros (PRP)
444
-
PRP

1 minuto

Programa eleitoral

[editar | editar código-fonte]

De acordo com a lei eleitoral, todas as redes de acesso gratuito de televisão e rádio devem reservar dois programas de 50 minutos por dia. O tempo reservado a cada um dos candidatos é determinado com base no número de assentos ocupados pelos partidos que correspondem a sua coligação na Câmara dos Deputados.[14] Os programas eleitorais são considerados uma ferramenta-chave de campanha no Brasil, onde a televisão e o rádio são as principais fontes de informação para muitos eleitores. O horário eleitoral gratuito também inclui candidatos concorrendo a cargos como Governador, Deputados Estadual e Federal, e Senador.[14]

Primeiro turno

[editar | editar código-fonte]

Segundo turno

[editar | editar código-fonte]
Grade[15] Rádio
7:00 às 7:40 e 12:00 às 12:40
Todos os dias (inclusive domingos)
Televisão
13:00 às 13:40 e 20:30 às 21:10
Todos os dias (inclusive domingos)
Presidente (20') 7:00 às 7:20 e 12:00 às 12:20 13:00 às 13:20 e 20:30 às 20:50
Governador (20') 7:20 às 7:40 e 12:20 às 12:40 13:20 às 13:40 e 20:50 às 21:10

Pesquisas eleitorais

[editar | editar código-fonte]

Governador (1º turno)

[editar | editar código-fonte]

Fonte: UOL

Divulgação Instituto Margem
de erro
Candidato Branco / Nulo NS / NR
Sartori (PMDB) Tarso Genro (PT) Ana Amélia (PP) Vieira da Cunha (PDT) Roberto Robaina (PSOL) Edison Estivalete (PRTB) Humberto Carvalho (PCB)
07/04/2014 Ibope ±3% 5% 31% 38% 3% 1% 11% 10%
21/07/2014 Ibope ±3% 4% 31% 37% 2% 1% 9% 15%
07/08/2014 Ibope ±3% 5% 35% 36% 4% 1% 0% 1% 8% 9%
15/08/2014 Datafolha ±3% 7% 30% 39% 3% 1% 0% 0% 6% 14%
04/09/2014 Datafolha ±3% 10% 31% 39% 2% 1% 0% 0% 3% 17%
10/09/2014 Datafolha ±3% 11% 28% 37% 2% 1% 0% 0% 3% 17%
Ibope ±3% 11% 30% 38% 2% 0% 0% 0% 8% 10%
18/09/2014 Datafolha ±3% 13% 27% 37% 3% 0% 0% 0% 5% 14%
24/09/2014 Ibope ±3% 15% 30% 37% 1% 0% 0% 0% 7% 9%
26/09/2014 Datafolha ±3% 17% 31% 31% 2% 1% 0% 0% 4% 14%
02/10/2014 Datafolha ±3% 23% 32% 28% 2% 1% 0% 0% 3% 11%
03/10/2014 Ibope ±3% 20% 35% 27% 2% 2% 1% 0% 5% 8%
04/10/2014 Datafolha ±3% 25% 31% 25% 3% 1% 0% 0% 4% 10%

Governador (2º turno)

[editar | editar código-fonte]

Fonte: UOL

Divulgação Instituto Margem
de erro
Candidato Branco / Nulo NS / NR
Sartori (PMDB) Tarso Genro (PT)
16/10/2014 Datafolha ±3% 52% 35% 6% 7%
17/10/2014 Ibope ±3% 52% 34% 8% 7%

Posicionamentos das siglas no segundo turno

[editar | editar código-fonte]

Líderes dos quatro partidos da coligação A Esperança que Une o Rio Grande (de Ana Amélia) se reuniram no dia 7 de outubro e decidiram apoiar Aécio Neves e José Ivo Sartori.[16] Segundo eles, a intenção seria acompanhar a vontade de mudança expressada nas urnas pela maioria dos gaúchos e também Sartori representaria o projeto mais identificado com as propostas por eles defendidas.[16]

No dia 6 de outubro a executiva estadual do PDT anunciou um indicativo de apoio ao candidato do PMDB no segundo turno.[17] No dia 9, o diretório estadual do PDT contrariou a decisão da executiva e liberou os filiados para votarem como quisessem (com 77 votos favoráveis, 52 contrários e uma abstenção).[18] Nacionalmente o PDT seguiu apoiando Dilma Rousseff no segundo turno, porém no Rio Grande do Sul a legenda liberou os votos para a presidência.[18] O DEM declarou apoio ao candidato do PMDB no dia 13.[19] No dia 16 Sartori recebeu a confirmação de apoio das siglas PSC, PV e PEN (que estavam na coligação O Rio Grande Merece Mais com PDT e DEM).[20]

No segundo turno, a direção estadual do PSOL, que já anunciava que seguiria na oposição ao governo do estado independente do resultado da eleição, orientou seus militantes a tomarem livremente sua decisão de voto e pontuou que respeitaria a posição daqueles que decidissem pelo voto nulo como forma de protesto.[21] Dias mais tarde, Luciana Genro, candidata a presidência da república pelo PSOL, abriu voto em seu pai (Tarso) e essa informação foi confirmada pela assessoria de imprensa do partido.[22] Luciana declarou "Um voto de filha para pai. E porque o PMDB não é nem será uma alternativa para melhorar a vida do povo".[23] A candidata a deputada federal Paula Alves (8ª mais votada pelo partido) e a Corrente Socialista dos Trabalhadores (CST), sua tendência dentro do PSOL, criticaram a posição de Luciana, dizendo que tal declaração era despolitizada, enfraquecia o partido e estava na contramão de lutas como a dos bancários que enfrentavam o governo Tarso.[24] A CST, que no segundo turno defendeu o voto nulo, também criticou duramente a posição nacional do PSOL votada pela maioria das outras tendências, posição essa que orientou seus apoiadores a darem "nenhum voto a Aécio Neves"; bem como criticou os parlamentares psolistas que fizeram campanha para Dilma.[25]

Tanto o PSTU quanto o PCB orientaram seus militantes a votarem nulo no segundo turno estadual[26]< e presidencial.[27][28]

O PRP e o PTN (que no primeiro turno não compuseram coligações para a eleição de governador) e o PRTB (que teve como candidato Estivalete) também declararam apoio a Sartori no segundo turno.[19]

Governador: 1º turno

[editar | editar código-fonte]
Candidato Partido Votos %
José Ivo Sartori PMDB 2.487.889 40,4
Tarso Genro PT 2.005.743 32,57
Ana Amélia Lemos PP 1.342.115 21,79
Vieira da Cunha PDT 263.062 4,27
Roberto Robaina PSOL 47.138 0,77
Edison Estivalete PRTB 10.154 0,16
Humberto Carvalho PCB 2253 0,04
Ordem Votos %
Votos válidos 6.158.354 88,27
Votos brancos 458.233 6,57
Votos nulos 360.256 5,16
Total 6.976.843 100%
  Apto a disputar o segundo turno

Governador: 2º turno

[editar | editar código-fonte]
Comemoração da vitória de José Ivo Sartori
Candidato Partido Votos %
José Ivo Sartori PMDB 3.859.611 61,21
Tarso Genro PT 2.445.664 38,79
Ordem Votos %
Votos válidos 6.305.275 91,91
Votos brancos 214.280 3,12
Votos nulos 340.743 4,97
Total 6.890.298 100%
Candidato Partido Votos %
Lasier Martins PDT 2.145.179 37,42
Olívio Dutra PT 2.024.417 35,31
Pedro Simon PMDB 922.143 16,08
Simone Leite PP 606.329 10,58
Júlio Flores PSTU 22.301 0,39
Ciro Machado PMN 6.981 0,12
Rubens Goldensberg PRP 5.818 0,10
Ordem Votos %
Votos válidos 5.733.468 82,18
Votos brancos 717.714 10,29
Votos nulos 525.641 7,53
Total 6.976.843 100%
  Eleito

Deputados federais

[editar | editar código-fonte]
Resumo[29]
Coligações / Partidos Independentes Votos % Deputados
PP / PRB / SD / PSDB 1.409.505
23,72 / 100,0
8 / 31
PT 1.385.264
23,31 / 100,0
7 / 31
PMDB 981.415
16,52 / 100,0
5 / 31
PDT / PSC / PV / PEN / DEM 719.685
12,11 / 100,0
4 / 31
PTB / PC do B / PR / PPL / PROS / PTC 705.910
11,88 / 100,0
4 / 31
PSB / PPS / PSD / PT do B / PHS / PSL / PSDC 638.265
10,74 / 100,0
3 / 31
PSOL / PSTU 88.054
1,48 / 100,0
0 / 31
PRTB 4.249
0,07 / 100,0
0 / 31
PRP 3.764
0,06 / 100,0
0 / 31
PMN 3.507
0,06 / 100,0
0 / 31
PCB 2.445
0,04 / 100,0
0 / 31
Votos válidos 5.942.063
100,0 / 100,0
31 / 31
Quociente eleitoral 191.679

Relação de deputados federais eleitos

[editar | editar código-fonte]
Candidato Número Partido Votos Porcentagem
1 Luis Carlos Heinze 1144 PP 162 462 2,67%
2 Danrlei de Deus Goleiro 5501 PSD 158 973 2,70%
3 Alceu Moreira 1500 PMDB 152 421 2,58%
4 Giovani Feltes 1515 PMDB 151 406 2,57%
5
Onyx Lorenzoni
2522 DEM 148 302 2,52%
6
Paulo Pimenta
1307 PT 140 868 2,39%
7
Marco Maia
1314 PT 133 639 2,27%
8 Afonso Hamm 1166 PP 132 202 2,24%
9
Busato
1414 PTB 130 807 2,22%
10
Henrique Fontana
1313 PT 128 921 2,19%
11
Maria do Rosário
1370 PT 127 919 2,17%
12 Osmar Terra 1522 PMDB 120 755 2,05%
13 Nelson Marchezan Júnior 4545 PSDB 119 375 2,02%
14 Márcio Biolchi 1520 PMDB 119 290 2,01%
15 Marcon 1355 PT 116 178 1,97%
16 Giovani Cherini 1221 PDT 115 294 1,96%
17 Jerônimo Goergen 1111 PP 115 131 1,95%
18 Luis Antonio Franciscatto Covatti 1133 PP 115 173 1,95%
19
Sérgio Moraes
1412 PTB 115 155 1,94%
20
Perondi
1502 PMDB 109 864 1,86%
21
Pepe Vargas
1301 PT 109 469 1,85%
22
João Derly
6565 PC do B 106 991 1,81%
23 Renato Delmar Molling 1122 PP 102 770 1,74%
24 Heitor Schuch 4012 PSB 101 243 1,72%
25 Elvino Bohn Gass 1320 PT 100 841 1,71%
26 Fernando Marroni 1345 PT 94 875 1,60%
27 Antonio Carlos Gomes da Silva 1011 PRB 92 323 1,57%
28
Pompeo de Mattos
1212 PDT 91 849 1,56%
29 Afonso Antunes da Motta 1200 PDT 90 717 1,54%
30 Ronaldo Nogueira 1423 PTB 77 017 1,31
31 José Luiz Stedile 4080 PSB 60 523 1,03%
  • Do total dos eleitos em 2014 para a Câmara Federal, três foram chamados para o Governo Sartori e não chegaram a tomar posse em 2015.

Deputados estaduais

[editar | editar código-fonte]
Resumo[29]
Coligações / Partidos Independentes Votos % Deputados
PT 1.175.605
19,24 / 100,0
11 / 55
PDT / DEM 885.130
14,49 / 100,0
8 / 55
PMDB 840.454
13,76 / 100,0
8 / 55
PP 830.495
13,59 / 100,0
7 / 55
PSDB / PRB / SD 555.968
9,10 / 100,0
5 / 55
PTB 519.840
8,51 / 100,0
5 / 55
PC do B / PR / PPL / PROS / PTC 493.762
8,08 / 100,0
4 / 55
PSB / PPS 429.267
7,03 / 100,0
4 / 55
PSD / PT do B / PHS / PSL / PSDC 124.789
2,04 / 100,0
1 / 55
PSOL / PSTU 124.049
2,03 / 100,0
1 / 55
PSC / PV / PEN 112.409
1,84 / 100,0
1 / 55
PRTB 7.340
0,12 / 100,0
0 / 55
PRP 4.776
0,08 / 100,0
0 / 55
PMN 3.188
0,05 / 100,0
0 / 55
PCB 2.247
0,04 / 100,0
0 / 55
Votos válidos 6.109.319
100,0 / 100,0
55 / 55
Quociente eleitoral 111.079

Relação de deputados estaduais eleitos

[editar | editar código-fonte]
Número Deputado Partido Votação % Cidade onde nasceu Unidade Federativa
65656 Manuela d'Ávila PCdoB 222.436 3,64% Porto Alegre  Rio Grande do Sul
45111 Lucas Redecker PSDB 96.561 1,58% Novo Hamburgo  Rio Grande do Sul
12512 Marlon Santos PDT 91.100 1,49% Cachoeira do Sul  Rio Grande do Sul
11111 Silvana Covatti PP 89.130 1,46% Frederico Westphalen  Rio Grande do Sul
13655 Edegar Pretto PT 73.122 1,20% Miraguaí  Rio Grande do Sul
10300 Sergio Peres PRB 67.002 1,10% Santo Antônio da Patrulha  Rio Grande do Sul
11233 Pedro Westphalen PP 65.134 1,07% Cruz Alta  Rio Grande do Sul
12412 Eduardo Loureiro PDT 60.816 1,00% Santo Ângelo  Rio Grande do Sul
12333 Gilmar Sossella PDT 57.490 0,94% Tapejara  Rio Grande do Sul
11411 Ernani Polo PP 57.427 0,94% Ijuí  Rio Grande do Sul
15550 Fábio Branco PMDB 57.135 0,94% Rio Grande  Rio Grande do Sul
13555 Luiz Fernando Mainardi PT 56.629 0,93% Sobradinho  Rio Grande do Sul
15200 Edson Brum PMDB 55.887 0,91% Rio Pardo  Rio Grande do Sul
12233 Ciro Simoni PDT 55.622 0,91% Porto Alegre  Rio Grande do Sul
14200 Aloísio Classmann PTB 52.771 0,86% Campo Novo  Rio Grande do Sul
14114 Marcelo Moraes PTB 52.269 0,86% Porto Alegre  Rio Grande do Sul
13120 Jeferson Oliveira Fernandes PT 50.437 0,83% Santo Ângelo  Rio Grande do Sul
11122 Frederico Antunes PP 48.577 0,80% Uruguaiana  Rio Grande do Sul
45678 Jorge Pozzobom PSDB 48.244 0,79% Santa Maria  Rio Grande do Sul
14470 Ronaldo Santini PTB 47.829 0,78% Lagoa Vermelha  Rio Grande do Sul
14789 Luís Augusto Lara PTB 47.738 0,78% Bagé  Rio Grande do Sul
13003 Tarcisio Zimmermann PT 47.465 0,78% Santo Cristo  Rio Grande do Sul
18580 Regina Becker Fortunati REDE 46.788 0,77% São Leopoldo  Rio Grande do Sul
12312 Gerson Burmann PDT 46.173 0,76% Ijuí  Rio Grande do Sul
15150 Alexandre Postal PMDB 44.856 0,73% Guaporé  Rio Grande do Sul
13713 Valdeci Oliveira PT 44.501 0,73% Santa Maria  Rio Grande do Sul
40120 Elton Weber PSB 44.444 0,73% Nova Petrópolis  Rio Grande do Sul
11240 Adolfo Brito PP 44.224 0,72% Sobradinho  Rio Grande do Sul
45600 Pedro Pereira PSDB 43.535 0,71% Canguçu  Rio Grande do Sul
13630 Nelsinho Metalúrgico PT 42.102 0,69% Esteio  Rio Grande do Sul
13113 Stela Farias PT 41.719 0,68% Ibirubá  Rio Grande do Sul
13500 Zé Nunes PT 41.609 0,68% São Lourenço do Sul  Rio Grande do Sul
15444 Vilmar Zanchin PMDB 41.488 0,68% Marau  Rio Grande do Sul
55016 Mário Jardel Ribeiro PSD 41.227 0,67% Fortaleza  Ceará
14777 Maurício Dziedricki PTB 40.009 0,65% Curitiba  Paraná
15000 Gabriel Souza PMDB 39.998 0,65% Tramandaí  Rio Grande do Sul
13631 Miriam Marroni PT 39.409 0,65% Pelotas  Rio Grande do Sul
15170 Álvaro Boessio PMDB 37.933 0,62% Veranópolis  Rio Grande do Sul
12777 Enio Bacci PDT 37.148 0,61% Lajeado  Rio Grande do Sul
15160 Gilberto Capoani PMDB 36.535 0,60% Sertão  Rio Grande do Sul
11333 Sérgio Turra PP 36.518 0,60% Marau  Rio Grande do Sul
50000 Pedro Ruas PSOL 36.230 0,59% Porto Alegre  Rio Grande do Sul
11112 João Fischer PP 35.696 0,58% Taquara  Rio Grande do Sul
13030 Altemir Tortelli PT 33.879 0,55% Jacutinga  Rio Grande do Sul
12456 Diogenes Luis Basegio PDT 33.829 0,55% Passo Fundo  Rio Grande do Sul
22222 Volnei da Silva Alves PR 33.255 0,54% Palmeira das Missões  Rio Grande do Sul
15777 Tiago Simon PMDB 32.717 0,54% Porto Alegre  Rio Grande do Sul
45123 Adilson Troca PSDB 32.579 0,53% Rio Grande  Rio Grande do Sul
13013 Adão Villaverde PT 31.927 0,52% Alegrete  Rio Grande do Sul
40414 Liziane Bayer PSB 29.121 0,48% São Pedro do Sul  Rio Grande do Sul
40400 Miki Breier PSB 28.855 0,47% Cachoeirinha  Rio Grande do Sul
23200 Any Ortiz PPS 22.553 0,37% Canoas  Rio Grande do Sul
65665 Juliano Roso PCdoB 17.092 0,28% Nonoai  Rio Grande do Sul
54999 Miguel Bianchini PPL 13.515 0,22% Santiago  Rio Grande do Sul
43143 João Reinelli PV 9.098 0,15% Nova Prata  Rio Grande do Sul

Referências

  1. G1 (26 de outubro de 2014). «José Ivo Sartori, do PMDB, é eleito governador do Rio Grande do Sul». Consultado em 26 de outubro de 2014 
  2. G1 (5 de outubro de 2014). «Em disputa acirrada, Lasier Martins (PDT) é eleito senador pelo RS». Consultado em 5 de outubro de 2014 
  3. PT oficializa o nome de Tarso Genro para concorrer ao governo do RS. Acessado em 03 de julho de 2014.
  4. PP oficializa Ana Amélia Lemos como candidata ao governo do RS. Acessado em 03 de julho de 2014.
  5. PMDB oficializa candidatura de José Ivo Sartori ao governo do RS. Acessado em 03 de julho de 2014.
  6. PSOL confirma Robaina para disputa ao governo do Rio Grande do Sul. Acessado em 03 de julho de 2014.
  7. PDT-RS oficializa Vieira da Cunha ao Piratini e Lasier Martins ao Senado. Acessado em 03 de julho de 2014.
  8. Em convenção, PRTB lança chapa para governo do Rio Grande do Sul. Acessado em 03 de julho de 2014.
  9. «DivulgaCand2014». Consultado em 7 de setembro de 2014. Arquivado do original em 19 de novembro de 2017 
  10. «João Carlos Rodrigues tem recurso negado e está fora da disputa no RS». G1 RS. 16 de setembro de 2014. Consultado em 12 de outubro de 2014 
  11. TSE - Candidatos a Senador
  12. TSE - Candidatos a Senador - 1º Suplente
  13. TSE - Candidatos a Senador - 2º Suplente
  14. a b c d "Cálculo do tempo de propaganda no rádio e na televisão e o peso dos partidos para coligação" Gurgel, Mônica. Jus Navigandi. Maio de 2014. Página acessada em 04 de junho de 2014.
  15. TRE-RS. «HORÁRIO ELEITORAL GRATUITO – ELEIÇÕES GERAIS 2014 – 2º TURNO» (PDF). Arquivado do original (PDF) em 21 de dezembro de 2014 
  16. a b ZH (7 de outubro de 2014). «Coligação de Ana Amélia decide apoiar Sartori». Consultado em 11 de junho de 2015 
  17. ZH (6 de outubro de 2014). «PDT deve apoiar Sartori no 2º turno». Consultado em 11 de junho de 2015 
  18. a b PSD-RS (9 de outubro de 2014). «PDT declara apoio a Sartori no segundo turno». Consultado em 11 de junho de 2015 
  19. a b Estadão (13 de outubro de 2014). «DEM e PSDB formalizam apoio a Sartori no RS». Consultado em 11 de junho de 2015 
  20. ZH (16 de outubro de 2014). «Sartori recebe apoio formal do PP de Ana Amélia Lemos». Consultado em 11 de junho de 2015 
  21. ZH (9 de outubro de 2014). «PSOL rejeita apoio a Sartori ou Tarso e diz que respeita voto nulo». Consultado em 11 de junho de 2015 
  22. G1 (22 de outubro de 2014). «Luciana Genro abre voto para o pai, Tarso Genro, diz assessoria do PSOL». Consultado em 11 de junho de 2015 
  23. Correio do Povo (22 de outubro de 2014). «Luciana Genro abre voto pessoal em Tarso para o Piratini». Consultado em 11 de junho de 2015 
  24. CST-PSOL (24 de outubro de 2014). «A declaração de Luciana Genro sobre o seu voto em Tarso/PT no RS enfraquece o PSOL». Consultado em 11 de junho de 2015 
  25. CST-PSOL (23 de outubro de 2014). «PT e PSDB não nos representam! Chega de campanha pra Dilma!». Consultado em 11 de junho de 2015 
  26. PSTU-RS (18 de outubro de 2014). «Posição do PSTU-RS sobre o segundo turno no Rio Grande do Sul». Consultado em 11 de junho de 2015 
  27. PSTU (10 de outubro de 2014). «Posição do PSTU no segundo turno das eleições presidenciais». Consultado em 11 de junho de 2015. Arquivado do original em 13 de junho de 2015 
  28. PCB (12 de outubro de 2014). «Nem Aécio nem Dilma: PCB seguirá na luta pelo Poder Popular e pelo Socialismo». Consultado em 11 de junho de 2015 
  29. a b «Estatísticas de Candidaturas - Quociente Partidário». TSE. Consultado em 23 de setembro de 2017. Arquivado do original em 24 de setembro de 2017